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quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Documentário mostra a realidade da Amazônia brasileira - Toxic: AMAZÔNIA
O filme Toxic: Amazônia, mostra a realidade da Amazônia brasileira, onde a violência é uma constante para os que buscam preservar o meio ambiente e sobreviver de atividades extrativistas, condizentes com a exploração sustentável da Floresta Amazônica. Esse documentário foi produzido por Felipe Milanez e Marcelo Lacerda.
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domingo, 31 de julho de 2011
O alimento nosso de cada dia está envenenado - documentário sobre agrotóxicos e transgênicos no Brasil

O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Os alimentos que chegam à mesa da maioria dos brasileiros vêm carregados de veneno. O documentário de Silvio Tendler, O veneno está na mesa, recentemente lançado, tendo em vista a Campanha contra os Agrotóxicos e pela Vida, mostra-nos os riscos a que estamos expostos no país, devido ao consumo de alimentos verdadeiramente envenenados.
Os alimentos orgânicos, que não têm sementes geneticamente modificadas (GM) e para o cultivo dos quais não se usam pesticidas, não recebem subsídios do governo, de modo que sua produção chega ao mercado com um custo proibitivo para a maioria das pessoas.
Assista aos vídeos a seguir, para saber o perigo que ronda nossas mesas:
Textos sobre o documentário:
O brasileiro come veneno - entrevista a Silvio Tendler
Veja também este excelente vídeo do Canal Futura, apresentando entrevista com Denis Monteiro, da Articulação Nacional de Agroecologia e Martin, agricultor da Ecocitrus (RS):
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
Cultura popular, afro-brasileira e indígena na TV Brasil
Imperdível a programação da TV Brasil, a partir do dia 21 de abril, às 24h: serão exibidos 16 documentários premiados na segunda edição do "Edital de apoio à produção de documentários etnográficos sobre o patrimônio cultural imaterial brasileiro" (Etnodoc 2009).Baile do Carmo, de autoria de Daniel Eiji Hanai e direção de Shaynna Pidori, abrirá a mostra de filmes. Nesse documentário registram-se os preparativos para o famoso Baile do Carmo, representante de sólida manifestação da cultura negra em Araraquara SP e símbolo de resistência, celebrando a identidade afro-brasileira.
O próximo filme a ser exibido é Hoje tem alegria, um curta de Fábio Meira, ganhador da 16ª. edição do "É tudo verdade - Festival Internacional de Documentários". Testemunha o cotidiano de três circos no norte e nordeste do Brasil, focando três personagens míticos da tradição circense brasileira: Índia Morena, mágico Alakasan e Ruy Raiol. Será apresentado dia 28 de abril.
Eis a sequência de filmes a serem exibidos, com sinopse divulgada por e-mail pela TV Brasil:
A boca do mundo -Exu no Candomblé - 05/05/2011, autoria e direção de Eliane Coster, propõe uma abordagem etnográfica e experimental sobre as múltiplas manifestações culturais de Exu, orixá/deus da religião afro-brasileira Candomblé. Traz depoimentos de Mãe Beata de Iemanjá, ialorixá do Rio de Janeiro, entre outras pessoas.
Quindim de Pessach - 12/05/2011 - de Viviane Lessa Peres e direção de Olindo Etevam, apresenta o encontro entre a cultura brasileira e a judaica, através da culinária, retratando o modo como esse saber foi transmitido pelas matriarcas judias às sua cozinheiras brasileiras, que acabaram por aprender também todos os costumes relacionados à comida judaica, além de acrescentarem a ela os sabores da culinária brasileira.
Dona Joventina - 19/05/2011 - de Clarice Kubrusly, que também dirige, juntamente com Milena Sá. Exibe as polêmicas “biografias” de Dona Joventina, boneca do maracatu "Estrela Brilhante". A escultura de madeira escura ficou durante 30 anos (1965-1996) sob a posse da pesquisadora Katarina Real, antes de ser doada ao acervo do Museu do Homem do Nordeste, em Recife.
João da Mata falado - 26/05/2011 - de Ana Stela Cunha, com direção de Vicente Simão Júnior e Ana Stela cunha. Os encantados, tema do documentário, são entidades que figuram nos Pajés – religião de matriz negro-africana praticada mais extensamente na borda oeste do Estado do Maranhão, Brasil. O filme centra a atenção na família de João da Mata, um encantado pertencente à linha dos “caboclos”, e que é conhecido por praticar curas (físicas ou espirituais). Essas definições são maleáveis e oscilam segundo a casa e a experiência de cada praticante/Pajé.
Palavras sem fronteira – tradições orais nos limites do Brasil - 02/06/2011 - com autoria e direção de Luciana Hartmann. Consiste em filme contadores de causos/cuentos que habitam a tríplice fronteira entre o Brasil, o Uruguai e a Argentina. São privilegiados os encontros entre os habitantes da região, muitos deles casais de diferentes nacionalidades, famílias ou grupos de amigos que em “rodas de causos” multiculturais revelam, através de suas histórias, as riquezas e peculiaridades que caracterizam o viver “na fronteira”.
Soldados da borracha - 09/06/2011 - autoria e direção de Cesar Garcia Lima. Revela que a maioria dos seringueiros que extraíam borracha na Amazônia para ajudar os Aliados, durante a Segunda Guerra Mundial, morreu sem nenhuma assistência na própria floresta que a propaganda de guerra divulgava como paraíso.
Assista à primeira parte desse documentário da TV Cultura sobre o mesmo tema:
Veja o curta-metragem de alunos do terceiro ano do ensino médio do Centro Educacional La Salle (234), com o objetivo de demonstrar em poucos minutos a importância do ciclo da borracha e do verdadeiro 'escravo do capital' em tal enredo, o seringueiro, que sofreu de exploração em parte de dívidas com o Coronel ou mais conhecido como Seringalista, dono do terreno ou fazenda destinada a extração da borracha.
No rastro - 16/06/2011 - com autoria e direção de Marcus Antonio Moura Tavares. Zé Valadão, de 96 anos é um dos últimos representantes de um tipo de sertanejo em extinção: os rastejadores. Ao lado dos irmãos Chagas, Assis e Antonio, já falecidos, transformou-se em verdadeira lenda na região. A palavra de um Valadão valia mais que a sentença de um juiz ou um informe de detetive. Se alguém passasse por eles na vida e deixasse alguma marca no pedregoso e duro chão nordestino, jamais esqueceriam. Hoje ainda trabalha em sua pequena roça de milho e na criação de algumas vacas e cabras, além de observar atentamente o progresso do neto e de um sobrinho nas artes e técnicas do rastejar.
Vento Leste - 23/06/2011- autoria e direção de Joel de Almeida. É um filme recheado de lirismo que mostra a viagem de dois dos últimos saveiros comerciais da Baía de Todos os Santos: o É da vida, que sai da tradicional localidade de Maragogipinho, carregado de cerâmicas, e o Sombra da lua, que sai de Maragogipe, carregado de frutas, verduras e carnes defumadas, ambos com destino a Salvador. Durante o trajeto, os mestres tripulantes revelam suas experiências de vida, fatos históricos e lendas da região.
Kusiwarã Jarãkõ – as marcas e criaturas de Cobra Grande - 30/06/2011 - de Dominique Tilkin Gallois e direção de Gianni Maria Puzzo. Cuida das formas de criação e recriação dos padrões gráficos que constituem um dos saberes valiosos ( juntamente com cantos, danças e diversas tecnologias) apropriados pelos Wajãpi em seus contatos com os donos da água e da floresta. Cobra-Grande, dono e controlador do universo aquático, está presente na vida cotidiana dos Wajãpi, que comentam, no filme, os modos adequados de se comportar e conviver com ele.
Lá do Leste - 07/07/2011 - de Carolina Caffé , que também dirige, junto de Rose Satiko Gitirana Hikiji. Street dance, grafite, rap e gospel. O filme mostra como a experiência periférica urbana tem um lugar central na produção dos artistas de Cidade Tiradentes, que cresceram junto com o distrito paulista e em suas obras dialogam com seus desafios e sonhos. A Cidade Tiradentes é o maior complexo de conjuntos habitacionais populares da América Latina, lugar marcado pela exclusão, com loteamentos clandestinos e favelas, no qual a população orquestra suas dificuldades com dinâmicas próprias de sociabilidade, moradia e apropriação do território.
Curandeiros do Jarê -14/07/2011 - de Camilla Dutervil e direção de Marcelo Abreu Góis. Mostra a história de Ademário, filho de santo do Jarê. Percorre o universo mítico da cura, da relação com a natureza e dos conhecimentos ancestrais que os curandeiros detêm sobre a medicina natural. O Jarê das Lavras Diamantinas existe somente na região da Chapada e é uma face do Candomblé muito pouco estudada e reconhecida no Brasil. Ademário, Ogan da Casa de Jarê de Pai Gil de Ogum, luta contra uma grave doença cardíaca que o faz iniciar uma jornada de fé e coragem em busca da cura. Durante seu caminho, o mundo físico e o espiritual se unem e as fronteiras das experiências terrenas são eliminadas, aproximando os vivos, os mortos e os encantados.
As escravas da Mãe de Deus - 21/07/2011 - de Decleoma Lobato Pereira e direção de Áurea Pinheiro, e Cássia Moura. Focaliza a folia popular “Escravas da Mãe de Deus da Piedade”, que ocorre na região de Igarapé do Lago, distrito do Município de Mazagão, no Amapá, em louvor a Nossa Senhora da Piedade. Busca-se uma composição entre palavras, gestos e sons, uma composição de sons originais das rezas, ladainhas, batuques e paisagem natural, a partir dos recursos da etnografia e da música, sem perder de vista uma verossimilhança com o ritual e suas características originais.
Eu tenho a palavra - 28/07/2011 - autoria e direção de Lilian Solá Santiago. Uma viagem linguística em busca das origens africanas da cultura brasileira. O antigo reino do Congo foi a origem da maioria dos africanos escravizados no Brasil que, no cativeiro, criaram diversos dialetos para que pudessem se comunicar livremente. A “língua do negro da Costa” é um desses dialetos, ainda preservado na comunidade remanescente de quilombo de Tabatinga (Bom Despacho, MG). O idioma é composto por um português rural do Brasil Colônia e línguas do grupo Banto, com predomínio do quimbundo e mbundo, faladas até hoje em Angola.
Mbaraká – a palavra que age - 04/08/2011- de Spensy Kmitta Pimentel e direção de Edgar Teodoro da Cunha. Baseado em entrevistas com os xamãs nhanderu e em registros dos seus cantos, danças e cerimônias, o filme aborda o universo dos cantos xamânicos por meio dos aspectos performáticos da palavra, da sonoridade, do gesto, da dimensão onírica e de volição mobilizada pelo canto. Se a palavra pode ser história, mito e narrativa, entre os Guarani-Kaiowá ela também é poesia e profecia: um canto de esperança em um futuro melhor.
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
Como foi a ditadura militar no Brasil - Documentário: O dia que durou 21 anos
Importante documentário que recupera a história do Brasil sob o Golpe Militar, O dia que durou 21 anos, com estreia em 4 de abril de 2011, pela TV Brasil, traz a memória do Golpe de 64. Trata-se de coprodução da TV Brasil com a Pequi Filmes, sob direção de Camilo Tavares, com roteiro e entrevistas do jornalista Flávio Tavares e seu filho, Camilo Tavares, que dirigiu o filme:
"apresenta, em três episódios de 26 minutos cada, os bastidores da participação do governo dos Estados Unidos no golpe militar de 1964 que durou até 1985 e instaurou a ditadura no Brasil. Pela primeira vez na televisão, documentos do arquivo norte-americano, classificados durante 46 anos como Top Secret, serão expostos ao público. Textos de telegramas, áudio de conversas telefônicas, depoimentos contundentes e imagens inéditas fazem parte dessa série iconográfica, narrada pelo jornalista Flávio Tavares."
Assista ao documentário que foi ao ar nos dias 4, 5 e 6 de abril, pela TV Brasil:
Leia texto da TV Brasil com apresentação detalhada do conteúdo de cada episódio do documentário.
Assista também a este documentário 15 Filhos, com depoimentos de filhos de militantes presos, mortos ou desaparecidos durante a ditadura militar no Brasil, incluindo as diretoras do curta-metragem, Maria Oliveira e Marta Nehring. Trata-se de produção independente, com a duração de 18min40.
Fonte: TAL - Televisión América Latina - Visite este interessante portal.
Assista ainda a este importante documentário sobre a Guerrilha do Araguaia:
Leia textos atuais sobre o tema:
Celso Lungaretti: Marinha ordenou execuções no Araguaia
Osvaldão: o comandante negro do Araguaia
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segunda-feira, 21 de março de 2011
O discurso da guerra documentado: documentário da propaganda de guerra na mídia
A guerra que você não vê (The war you don't see), de John Pilger, é um documentário sobre a influência da mídia nas guerras. Mostra como determinados signos são apropriados pelos dominadores para impor o discurso da guerra, do patriotismo pela guerra, da salvação dos povos através da guerra e da intervenção.
Esse documentário aponta para a responsabilidade do jornalismo “de guerra” e da manipulação empreendida por fontes oficiais do poder. Recupera a história das reportagens independentes aniquiladas junto ao genocídio praticado durante a Primeira Guerra Mundial, com a destruição de Hiroshima, passando pela invasão do Vietnã, Guerra do Afeganistão, até a carnificina e o grande desastre que representou a Guerra no Iraque.
Com a sofisticação das armas e das tecnologias da propaganda, o discurso da guerra encontra campo fértil na chamada "guerra digital e/ou eletrônica". Nesta, os jornalistas desempenham um papel fundamental, enquanto que os civis continuam a ser as vítimas. A propósito, o documentário apresenta entrevista feita a Julian Assange, fundador e editor-chefe do WikiLeaks .
Apresentamos o longo documentário, com legendas em português:
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sábado, 8 de janeiro de 2011
Documentários sobre o poder da mídia no Brasil e no Ocidente
Produzido por Simon Hartog, da BBC de Londres, e intitulado Beyond Citizen Kane (Além do Cidadão Kane), este documentário sobre a influência da Rede Globo no Brasil foi proibido no país desde sua estréia, em 1993, através de decisão judicial que favoreceu a empresa de Roberto Marinho.
Neste vídeo da Google, tem-se uma reportagem que revela a poderosa manipulação exercida pela emissora no cenário político-cultural brasileiro, desde seu apoio à ditadura militar, à edição tendenciosa de debate de campanha eleitoral, até a criação de mitos e programação culturalmente alienantes.
Importante também é este documentário, abordado, especificamente o apoio da Globo à ditadura militar:
O poder da mídia no Ocidente - Juian Assange do WikiLeaks explica como a mídia pode interferir na memória do passado, ocultando dados em arquivos de acesso bloqueado na internet:
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Documentário sobre o WikiLeaks
O documentário a seguir, de 57,25 min, foi produzido em alemão e inglês, pela tevê sueca SVT, trazendo uma cobertura sobre a repercussão de notícias divulgadas pelo site da WikiLeaks e sobre seu diretor, Julian Assange:
Segue o documentário com legendas em português, em quatro partes:
Segue o documentário com legendas em português, em quatro partes:
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Florestan Fernandes, o defensor do ensino público, gratuito e de qualidade
O vídeo a seguir, dirigido por Roberto Stefanelli e ganhador do prêmio Vladimir Herzog (2004), é um documentário com a biografia do maior sociólogo brasileiro, um batalhador pelos direitos humanos e pelo direito à educação em nosso país. Florestan Fernandes foi o responsável pela garantia desses direitos em sua atuação como constituinte quando da elaboração de nossa atual Constituição.
O documentário se compõe sobretudo de relatos de Antonio Cândido e de Florestan Fernandes Júnior, afora o testemunho de outras personalidades brasileiras.
Além de ser exibido no YouTube, esse vídeo (de 46,20 min) pode ser baixado a partir da TV Câmara, que apresenta uma resenha do documentário, enfatizando as seguintes palavras de Florestan Fernandes:
descobri que o "grande homem" não é o que se impõe aos outros de cima para baixo, ou através da história; é o homem que estende a mão aos semelhantes e engole a própria amargura para compartilhar a sua condição humana com os outros, dando-se a si próprio, como fariam os meus tupinambá
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terça-feira, 10 de agosto de 2010
Programas educativos sobre índios brasileiros – vídeos

Estão disponíveis para baixar 10 vídeos dos programas educativos “Índios no Brasil”, produzidos para adequar o currículo escolar à diversidade cultural. Esses vídeos, com legendas em português e inglês, apresentam depoimentos de indígenas de nove povos dispersos no território nacional, mostrando como vivem e o que pensam.
Por exemplo, o vídeo Primeiros contatos, traz a seguinte resenha no site que o disponibiliza, Vídeo nas Aldeias:
O Brasil foi descoberto ou invadido? O filme de Humberto Mauro de 1940 dá a sua versão sobre o Descobrimento do Brasil. Mas os índios são unânimes em afirmar que o país foi invadido porque eles já estavam aqui. Dependendo do ponto de vista de cada um, existem várias versões da história do Brasil, e aqui os índios contam as suas. A cartilha de história das escolas indígenas do Acre, por exemplo, divide a história do Brasil em quatro períodos: o tempo das malocas, antes da chegada de Cabral; o tempo das correrias, quando os índios foram caçados à bala para a ocupação dos seus territórios; o tempo do cativeiro, quando eles foram usados como mão de obra escrava no corte de seringa; e finalmente o tempo dos direitos, quando finalmente conquistaram o direito à terra e à sua cultura própria.
Além desses vídeos em domínio público, o Vídeo nas Aldeias (VNA), comercializa outros vídeos produzidos pelos próprios indígenas. Esse projeto tem como objetivo “apoiar as lutas dos povos indígenas para fortalecer suas identidades e seus patrimônios territoriais e culturais, por meio de recursos audiovisuais e de uma produção compartilhada com os povos indígenas com os quais o VNA trabalha”.
Conheça o projeto Vídeo nas Aldeias, baixe os vídeos em domínio público e compre vídeos através de www.videonasaldeias.org.br/2009/index.php
Leia também este artigo sobre resistência cultural na aldeia Moyngo, no Xingu :
Leia também este artigo sobre resistência cultural na aldeia Moyngo, no Xingu :
| Arte e resistência cultural no Brasil: Cinema de índio |
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sábado, 31 de julho de 2010
Massacre de índios em Rondônia (anos 1980) – vídeo Corumbiara
O cineasta Vincent Carelli fala sobre o
documentário vencedor do Festival de Gramado 2009, denunciando a realidade do
massacre de índios ocorrido em Rondônia, na década de 1980. O fato tinha sido
denunciado, em 1985, pelo indigenista Marcelo dos Santos, mas foi dado como
“ficção” pelas autoridades e fazendeiros locais. Assista aos comentários
do cineasta e a passagens do filme, neste vídeo:
Sobre esse documentário, leia também o artigo de Leandro Saraiva,
“Enfia
essa câmera no rabo”, publicado na revista Retrato do Brasil, n. 27, out.
2009 e disponível para download.
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