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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Racismo e truculência da PM contra alunos da USP

O vídeo postado hoje (9/1/2011) no Youtube fala por si mesmo, mostra claramente a ação racista do policial voltada ao rapaz negro que se encontra entre os estudantes da USP, dentro do câmpus. Observe-se também que o PM saca a arma e a empunha contra o rapaz em atitude intimidatória.


Acontecimentos na sequência:

Completo: 
Nota no Facebook

sábado, 12 de novembro de 2011

Foto de tuíte do dia 12 de novembro de 2011 - Caso Zuzu Angel #FORARODAS #USP

Tuíte de Hildegard Angel, mencionando o caso Zuzu. Esse caso transformou-se em filme: ZuZu Angel, baseado no ativismo da estilista Zuzu Angel, em nome de seu filho, Stuart Angel Jones, brutalmente assassinado pelo regime militar no Brasil. Hildegard Angel é jornalista, filha de Zuzu e irmã de Stuart.


Chico Buarque compôs a canção Angélica em homenagem a Zuzu. Veja o vídeo, com cenas do filme Zuzu Angel e a música Angélica:

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A espetacularização pela mídia das ocorrências recentes na USP - Moção de Repúdio na ECA

Estudantes de Comunicações e Artes da USP não querem ser profissionais irresponsáveis como os da grande mídia.

Em assembleia geral, os estudantes de Comunicações e Artes da ECA-USP aprovaram Moção de Repúdio à forma como o movimento estudantil tem sido mostrado pela mídia brasileira.

Moção de repúdio à cobertura da mídia

A Assembleia Geral dos estudantes da ECA aprovou a moção a seguir em repúdio a maneira como o movimento estudantil tem sido retratado na imprensa e se apresenta nas seguintes palavras:

Nós, estudantes de Comunicações e Artes da ECA/USP, vimos explicitar o nosso repúdio à maneira como a imprensa hegemônica tem exposto os acontecimentos recentes no campus da USP.

Estamos constrangidos com a maneira preguiçosa e irresponsável como a imprensa e a televisão têm feito seu trabalho, limitando-se a vender o espetáculo originário de uma cobertura superficial e pautada no senso comum. Entendemos as comunicações e as artes como agentes essenciais na conscientização e na transformação da sociedade. Para isso, o jornalismo não pode ser um mero reprodutor de discursos circulantes, mas sim um instigador de debates e inquietações.

O que assistimos recentemente foi uma reprodução incansável de estereótipos, que só serviram para manipular a opinião pública contra as lutas que são primordiais dentro do campus. Como estudantes de universidade pública, é também nosso papel questionar a maneira como a mídia trata os movimentos sociais, principalmente como ela tem tratado o movimento estudantil. Buscar entender as raízes do problema exige apuração minuciosa, princípio básico do jornalismo. Posições existem, mas elas não podem ocultar ou distorcer fatos.

O nome do que está sendo praticado é antijornalismo. A sociedade não financia a nossa formação para sermos profissionais como esses.

Fonte: http://www.facebook.com/DCEdaUSP/posts/200135680064376
Fotos do Ato Público no Largo São Francisco, em São Paulo, dia 10/11/2011




terça-feira, 8 de novembro de 2011

Vergonha! USP, a maior universidade da América Latina, amanhece com tropa de choque

Veja fotos da movimentação na USP, com a entrada da tropa de choque (clique nas fotos para ampliá-las). A seguir, reproduzimos tuítes que relatam o ocorrido:
Funcionário ou aluno da USP sendo detido:
Aluno que não estava na ocupação levou cassetada:




Mais fotos neste link
Tuítes do Jornal do Campus cobrindo a ação da tropa de choque:
- Há cerca de 40 viaturas, caminhão e policiais com escopetas. Nossos repórteres contam aproximadamente 2000 policiais.
De acordo com nossos repórteres, a Polícia entrou no local por volta das 5h22.
Policial diz que somos a "imprensa da USP", e que, para "não causar problemas", não podemos entrar.
Manifestantes gritam "Não à repressão!" em meio ao som de helicópteros.
Ônibus não estão circulando na cidade universitária, de acordo com informações da rádio CBN.
- Alunos detidos foram levados para dentro do prédio.
"Amanhã vai ser maior", gritam alunos
Estudantes entraram no ônibus da polícia.
- PM divulgou oficialmente que havia 73 estudantes no prédio. 27 deles já foram levados para o distrito policial em Pinheiros.

Tuítes de uma jornalista no momento das detenções
- #FORAM PM! RT @ocupausp: estudantes estão sendo fichados dentro da reitoria.
#FORAPM! USP sitiada. RT @ocupausp: 2 estudantes da Letras, que estavam fora do prédio da Reitoria da USP, foram presos.
um ônibus da polícia vai levar mais de 50 ESTUDANTES PRESOS! quando vc viu isso? #DITADURANAUSP #ABAIXOAREPRESSÃO #FORAPM!

Tuítes de aluno que presenciou a ação:
prenderam dois caras que estavam aqui do lado. fotografei aluno machucado! #foraPM
- a área que os policiais cercaram é muito grande. isso fez a concentração dos estudantes se espalhar e perder a força #foraPM
provavelmente já prenderam todos da ocupação. mas a polícia continua cercando o lugar. cavalaria e polícia de choque aqui
- provavelmente ja prenderam todos da ocupação. mas a polícia continua cercando o lugar. cavalaria e polícia de choque aqui #ForaPM
estão invadindo todos os prédios! 63 ESTUDANTES PRESOS #foraPM

Documento publicado pelos estudantes que ocuparam a reitoria:
Manifesto da ocupação na USP-Butantã

Nota do DCE-Livre da USP sobre a reintegração de posse da reitoria
08 de novembro de 2011, 05:50
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São Paulo, 08 de novembro de 2011
O reitor João Grandino Rodas, nesta manhã, reafirmou o tipo de gestão que se encontra à frente da Universidade de São Paulo. Há tempos denunciamos a indisposição ao diálogo e o autoritarismo que permeiam as ações da reitoria no tratamento com a comunidade universitária e os movimentos sociais da USP. Fazer política não é mais permitido na USP; nenhum questionamento ao projeto de universidade da reitoria será tolerado,.
Nós, da gestão “Todas as Vozes” do DCE-Livre da USP, manifestamos completo repúdio à reintegração de posse levada à cabo pela Polícia Militar e pela Reitoria no início desta terça-feira. Tanto em 2007, na Faculdade de Direito, como em 2009, na Cidade Universitária, a PM intervém para minar movimentos reivindicatórios que sequer mereceram um processo de negociação sério por parte da administração. Como alertamos desde a assinatura do convênio entre a USP e a Secretaria de Segurança Pública, a ação da Polícia Militar no campus do Butantã, além de não garantir nossa segurança, fere o princípio da autonomia universitária e compromete nossa liberdade de nos organizar e defender um outro modelo de ensino superior para a nossa sociedade.
Mostremos a toda a população de São Paulo e do Brasil que um episódio como esse não será ignorado por aqueles que reivindicam uma universidade mais aberta e democrática. A USP se torna cada vez mais uma “ilha”, afastada dos interesses da grande maioria da sociedade, e é preciso dar uma demonstração de resistência. Sabemos que um outro programa de segurança é possível para a Universidade de São Paulo, que envolva investimentos em estrutura, abertura dos campi à comunidade externa, treinamento em direitos humanos por parte da Guarda Universitária, bem como valorização da sua carreira e criação de um efetivo feminino.
Todos aqueles que lutam por uma universidade pública, gratuita e de qualidade; voltada para as demandas do nosso povo; radicalmente plural e democrática, devem se unir neste momento para construir um ato reivindicando o fim do convênio USP-PM hoje, dia 08 de novembro, e para realizar uma Assembleia Geral das e dos estudantes nesta quarta-feira, dia 09, às 18h na História/Geografia tendo como pauta um plano de segurança para a USP.
Convocamos todas e todos para construir um grande ato em frente à reitoria a partir das 12 horas de hoje.
DCE-Livre da USP
gestão Todas as Vozes


Vídeo da invasão da PM produzido por alunos:



Ações da tropa de choque ao invadir a USP e reações dos estudantes

Bloqueio policial da entrada e saída do CRUSP (residência estudantil)
Declaração da Associação dos Docentes da Unesp de Marília (ADUNESP), Profª Suely
Declaração do Prof. Dr. Mazzeo, dirigente nacional do PCB e docente da UNESP-Marília

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O que dizem e como pensam os estudantes da USP que ocuparam a Reitoria

Os vídeos a seguir correspondem à reportagem feita por Conceição Oliveira junto aos estudantes que ocuparam a reitoria da USP. Em seu blog, Conceição nos informa que as gravações dos estudantes entrevistados não os focou devido ao fato de que tem havido punição de alunos e funcionários da universidade que se manifestam contra a direção da USP.


Texto e fotos da reportagem:

Moção do Prof. Dr. Antonio Carlos Mazzeo, livre-docente da Unesp

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Ocupação da Reitoria da USP na madrugada de finados

A grande imprensa noticia que estudantes encapuzados decidiram invadir o prédio da Reitoria da USP, nesta madrugada de 2 de novembro de 2001.

O Estadão, numa breve nota, afirma que um grupo de no mínimo 100 pessoas, com os rostos encobertos por camiseta,  atacaram o portão da Reitoria e invadiram o prédio, armados de paus, às 0h15.

Já o Globo (G1),  em notícia que visou a destacar o movimento dos alunos favoráveis à presença da PM no câmpus (apenas 200 pessoas), afirmou que cerca de 30 pessoas encapuzadas estavam à frente do portão da Reitoria, às 0h15. Esse jornal afirmou, ainda, que “estudantes da ala radical não aceitaram o resultado e decidiram invadir o prédio da Reitoria”, ao se referir ao fato de que a maioria vencedora na assembleia de estudantes realizada no dia 1º de novembro decidiu desocupar o prédio da Administração da FFLCH.

Aguardamos o esclarecimento dos fatos, visto que a grande imprensa tem manipulado tendenciosamente os acontecimentos que envolveram o incidente do confronto entre estudantes e a PM no dia 27 de novembro, bem como seus desdobramentos. A mídia tem buscado desqualificar as ações dos estudantes contrários à presença da Polícia Militar no câmpus da universidade, fazendo forte apelo a que os estudantes defenderiam o livre uso de maconha, que seriam “baderneiros” e que seu posicionamento não representaria o conjunto da comunidade acadêmica. Contrariamente, estudantes, sindicato de servidores da USP, docentes e a Congregação da FFLCH (onde ocorreu o confronto com a PM) têm emitido declarações muito diferentes do que pretendem impor canais como: Globo, Folha, Estadão e Veja.

Em tempo, notícia da BOL, divulgada mais recentemente, confirma a ocupação da Reitoria por estudantes que acamparam no saguão do prédio. Veja também notícia da Agência Brasil e matéria da Revista Fórum.
Atualização de 3/11/2011 - Vídeos da ocupação gravados por câmeras do circuito interno da Reitoria

Atualização de 4 de novembro de 2011: Depoimento e denúncia de Marcelo Pablito Santos, diretor do Sindicato de Trabalhadores da USP (Sintusp)

Depoimento e denúncias do Prof. Dr. Luiz Renato Martins, da Escola de Comunicação e Artes da USP (ECA):

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Pronunciamento da Congregação da FFLCH sobre a ocupação na USP e a presença da PM no câmpus

Reproduzimos, a seguir, o texto integral do Pronunciamento da Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH-USP), tendo em vista a ocupação do prédio da Administração da Faculdade por estudantes, como consequência de incidente que envolveu ação da Polícia Militar no câmpus, no dia 27 de outubro de 2011. A Congregação é um órgão consultivo e deliberativo e representa a instância máxima da faculdade. Os grifos do texto são nossos.
Pronunciamento da Congregação da FFLCH

A Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, reunida em sessão extraordinária, no dia 31 de outubro de 2011, na sala 8, do Conjunto de Filosofia e Ciências Sociais, à vista da gravidade dos acontecimentos que resultaram na ocupação do prédio da Administração, vem declarar sua disposição para o encaminhamento de soluções mediante negociação com as partes envolvidas no conflito.

A Congregação reconhece que os termos do convênio firmado entre a USP e a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo são vagos, imprecisos e não preenchem as expectativas da comunidade uspiana por segurança adequada. Reconhece igualmente que a intervenção da Polícia Militar extrapolou os propósitos originalmente concebidos com o convênio.

Como é tradicional em suas manifestações, a Congregação repudia com veemência o recurso a todas as formas de violência. É oportuno lembrar que a intervenção da PM ocorreu em um espaço social sensível à presença de forças coercitivas, face ao histórico, ainda recente na memória coletiva da comunidade acadêmica, de intervenções policiais violentas durante a ditadura militar.

As reações de alunos, embora previsíveis, não teriam tido o desdobramento que tiveram caso houvesse prevalecido o bom entendimento entre as partes envolvidas, sem apelo à violência. A Congregação envidará todos seus esforços para desarmar o conflito e conduzir seu desfecho à mesa de negociações.

Para tanto, se propõe a realizar gestões junto à superior administração visando reavaliação do protocolo entre a USP e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de S. Paulo. É preciso que haja clareza quanto aos exatos fins e alcance da política de segurança nos campi. Uma moderna política de segurança pública prescinde da criminalização de comportamentos.

Nessa medida, a Congregação acolhe as sugestões dos alunos relativas a medidas que podem contribuir para o aperfeiçoamento da segurança na USP, entre as quais: melhoria da iluminação, aumento da frequência de ônibus de linha e circulares, guarda universitária, constituída por funcionários de carreira, desempenhando preferencialmente funções preventivas e com formação compatível com direitos humanos, criação de um corpo de guardas femininas, capacitadas para o atendimento de vítimas de assédio sexual e estupro.

A Congregação da FFLCH também se compromete a desencadear discussão ampla e aberta a toda a comunidade acadêmica para a formulação e execução de política interna de prevenção de drogas. Com o propósito de reduzir oportunidades de conflitos com desfechos violentos, igualmente se compromete a promover estudos que fundamentem proposta ao Conselho Universitário de revisão e modernização dos regulamentos que disciplinam processos administrativos movidos contra estudantes.

A Congregação reconhece que as discussões e debates a respeito da estrutura de poder na USP tem caráter de urgência e não podem mais ser postergadas sob quaisquer razões ou pretextos. Por fim, convém destacar que a Diretora da FFLCH da USP esteve presente no momento dos acontecimentos e fez a negociação visando a proteção dos direitos dos três alunos envolvidos, acompanhando-os à Delegacia de Polícia. Além disso, garantiu que não teriam nenhum tipo de punição. Portanto, não é verdadeira a afirmação veiculada na comunidade de que a Diretora apoiou a ação da PM. Nesse sentido, a Congregação manifesta-se pelo desagravo à injusta acusação que lhe foi imputada em documentos de circulação pública.

Fonte: Blog da Reitoria - 31/10/201

sábado, 29 de outubro de 2011

Professor de Filosofia da USP dá aula pública no movimento #OcupaSampa

O Prof. Dr. Vladimir Pinheiro Safatle - livre-docente do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP - deu uma aula pública, sob o Viaduto do Chá, em São Paulo, onde jovens participam do movimento Ocupa Sampa. O tema da palestra de Safatle foi Primaveras, Políticas e Estados, visando estabelecer pontes entre o movimento Ocupa Sampa e os movimentos que estão ocorrendo no globo, bem como entre tais movimentos, a história e a filosofia das ideias.

Nos vídeos a seguir, estão registrados os momentos dessa aula-palestra do Prof. Safatle:

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Truculência da PM na USP gera ocupação de prédio da administração da FFLCH #OcupaUSP

A Polícia Militar promove mais um ato de violenta repressão contra os estudantes da USP. O fato ocorreu no início da noite de ontem, 27 de outubro de 2011. Indignados, os estudantes ocuparam o prédio da Administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), onde se deu o incidente.

No vídeo abaixo, cenas da violência da PM. Leia o correto relato dos fatos nos links do DCE Livre da USP e outras fontes, postados a seguir:

A PM dentro do prédio de Ciências Sociais e Filosofia:
Ocupa USP no Facebook
Sindicato da USP apoia ocupação contra PM no câmpus
A PM na USP
Áudio publicado pelo Jornal Brasil Atual dando conta dos últimos acontecimentos
Reitoria promove a militarização para não discutir a USP, dizem manifestantes

 Depoimento de estudante da USP
      
Explicação dos estudantes:
Começo da confusão que culminou no confronto físico com a polícia e com a ocupação do Prédio da Administração da FFLCH - USP (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas). Policiais tentaram prender três estudantes da FFLCH por uso de maconha. Os alunos se revoltaram com a entrada dos PMs armados no prédio da faculdade.

A questão é que a manifestação dos estudantes não foi pela defesa do consumo livre de maconha na universidade. A tentativa de prisão foi só o estopim pra manifestação contra a presença da PM no campus. A polícia nunca patrulhou a USP antes de Rodas assumir a reitoria.

A USP é um território onde DEVERIA existir a autonomia universitária. Autonomia não para usar drogas, mas autonomia para livre pensamento, organização e manifestação. O problema é que o reitor Rodas usa a Polícia Militar como seus cãos de guarda para cercear o direito de alunos e funcionários pensarem, se organizarem e se manifestarem em defesa de suas demandas. Por exemplo, durante a greve dos trabalhadores em 2009 (direito adquirido, constitucional), o Reitor, em vez de receber o sindicato dos funcionários, ouvir suas demandas e negociar o fim da greve, simplesmente acionou a TROPA DE CHOQUE e mandou descer a porrada nos manifestantes. É exatamente a mesma atitude que ele toma em relação aos estudantes.

A PM cercea o direito a livre organização política. A maioria dos estudantes da USP são politizados, e isso preocupa a administração, pois não costumamos ficar quietos quando vemos coisas erradas. Está se falando muito em corrupção na política, e a corrupção nas autarquias, quem fiscaliza? O orçamento da USP é maior que o de 95% dos municípios paulistas.

Poucos sabem que o Rodas está sendo acusado de indicar para altos cargos de direção funcionários não concursados, o que é proibido. Além disso, ele está tocando duas obras no mínimo questionáveis (construção de centros de convenções), orçadas em 240 milhões de reais (Dinheiro Público!). A necessidade dessas construções não foi debatida com a comunidade universitária. E se os estudantes tentarem se manifestar para tentar passar essa mensagem para a sociedade, vem a tropa de choque na hora.

A visão dos estudantes não é levada a sério pela imprensa, que publica informações parciais. Estava olhando aqui uma reportagem que falava que os estudantes cobriam a cara e não queriam aparecer nas fotos porque sabiam que estavam errados. A verdade é que os estudantes protegem a cara para não serem identificados pela administração, senão correm o risco de sofrerem processos administrativos para serem expulsos da USP, como aconteceu com vários estudantes que ocuparam a reitoria em 2007. O direito de livre pensamento, organização e manifestação é restringido pelo medo de ser expulso e impedido de concluir a graduação.       

sábado, 16 de abril de 2011

Brasil desenvolve vacina eficaz contra HIV na USP

Pesquisadores da Universidade de São Paulo-USP desenvolveram uma vacina contra o vírus da AIDS que apresenta a mesma margem de eficiência que vacinas em uso, como a vacina contra a varíola. Para tanto, os cientistas aplicaram uma técnica diferente das que são usualmente aplicadas no mundo.

Os testes foram realizados em ratos. Para que seja testada em humanos, a vacina precisará primeiro passar por experiências em macacos, e isso vai depender do interesse de órgão governamental ou de empresa privada que decida apoiar a pesquisa.

O vídeo a seguir noticia o fato e traz também notícias sobre a questão da violência contra professores de Minas Gerais, que, para se protegerem, criaram um serviço de denúncia pela internet. Além disso, o vídeo traz notícias do mundo (Costa do Marfim e Japão) e noções de Libras.





Texto da Agência USP de Notícias, publicado em 4 de março de 2011, Cientistas avançam em obtenção de vacina contra HIV:
http://www.usp.br/agen/?p=49802

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Curso gratuito de língua iídiche na USP

O objetivo do curso do Departamento de Línguas Orientais (DLO) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP é o desenvolvimento da competência comunicativa. Além disso, haverá a leitura, interpretação e tradução para o português de textos literários escritos em língua iídiche para produzir uma antologia de contos inédita em língua portuguesa.

Matrículas abertas até o dia 14 de março. Podem ser feitas online, no site do sistema Apolo, ou presencialmente, no prédio da Comissão de Cultura e Extensão da FFLCH, que fica na Rua do Lago, 717, Cidade Universitária, São Paulo, e funciona de segunda a sexta-feira, das 9 horas às 11h30 e das 13 horas às 16h30.

As aulas do curso, que é grátis, acontecem entre 16 de março e 26 de junho, às quartas-feiras, das 14 às 16 horas.

Contatos: (11) 3091-4645, email agenda@usp.br

Fonte: Agência USP de Notícias

domingo, 26 de dezembro de 2010

Como escrever um bom artigo para uma revista internacional

How to Write a World Class Paper está disponível para baixar no portal da USP - Universidade de São Paulo. Trata-se de 57 páginas de instruções, com visual de ppt, em formato pdf, na língua inglesa.

Apresentam-se as seguintes seções:
 Introduction
How to write a good manuscript for an international journal
- Preparations before starting
- Construction of an article
- Technical details and more tips
Revision, and response to reviewers
Ethical issues
Conclusion: what gets you accepted?

Para fazer download, acesse este link:
http://www.sibi.usp.br/sibi/noticias/author-workshop_brazil_short%20version.pdf

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Estudantes da USP organizam ato pró-Dilma dia 25


O Coletivo Estudantes da USP e professores organizam ato suprapartidário, em defesa da educação pública, apoiando a candidatura  Dilma Roussef (PT). O ato acontece na segunda-feira, dia 25 de outubro, no prédio de História e Geografia da Universidade de São Paulo.

Os organizadores do ato dizem que já estão confirmadas as presenças de Alfredo Bosi, Antônio Candido, Celso Antonio Bandeira de Mello, Dalmo Dallari, Gabriel Cohn, João Adolfo Hansen, Laura de Mello e Souza, Lisete Arelaro, Maria Victoria Benevides, Marilena Chauí, Heloísa Fernandes, Otaviano Helene, Roberto Schwarz, além de artistas e de personalidades do país.

Atualização: vídeo sobre o Ato