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sábado, 27 de abril de 2013

Estudo apontou que planta já dada como extinta e planta rara seriam afetadas por Belo Monte



Estudo feito por pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi identificou espécies florestais de grande interesse para os programas de conservação da flora, em região afetada pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Entre as espécies, foi identificada uma planta tida como extinta, em área do município de Senador José Porfírio: o pau cravo (Dicypellium caryophyllatum). Essa planta é de grande procura pela indústria de perfumes, que o extraiu a ponto de dizimá-la nas áreas onde é possível a penetração humana. Além dessa espécie, na mesma região, ocorre um outro vegetal raro: a arataciú (Sagotia brachysepala).  

O município de ocorrências das espécies vegetais é considerado de influência direta da implantação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, sendo afetado por intenso fluxo migratório, em função das obras da usina.

Com financiamento pela Eletronorte, através do convênio MCT-MPEG/ELETRONORTE, a pesquisa iniciou-se em 2002, sendo publicada em 2007. 
 Mapa do local pesquisado

O estudo -  realizado pelos pesquisadores Rafael de Paiva Salomão, Ima Célia Guimarães Vieira, Chieno Suemitsu, Nélson de Araújo Rosa, Samuel Soares de Almeida, Dário Dantas do Amaral, Moirah Paula Machado de Menezes - intitulou-se As florestas de Belo Monte na grande curva do rio Xingu, Amazônia Oriental. Foi publicado em: Emílio Goeldi. Ciências Naturais, Belém, v. 2, n. 3, p. 57-153, set-dez. 2007.
Acessado em: 27 abr. 2013.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Vídeo da ocupação de Belo Monte - imagens do #Xingu23

Vídeo da ocupação simbólica das obras da Usina de Belo Monte por indígenas, ribeirinhos e pequenos agricultores do Xingu, no protesto chamado Xingu+23, contrapondo-se à Rio +20. Essa intervenção ocorreu hoje.




Fotos da ocupação (créditos: Mitchell Anderson) 







O #Xingu23 libertou o Xingu hoje - foto histórica

Em ocupação simbólica das obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, o protesto Xingu+23 (contrapondo-se à Rio +23) contou com 300 índios, pequenos agricultores, pescadores e ribeirinhos que cavocaram e retiraram uma faixa do aterro que barra o rio Xingu, restabelecendo seu fluxo natural. Veja a foto desse momento histórico (clique sobre ela para ampliá-la):


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Vídeos da ocupação de Belo Monte por índios e pessoas da região #OccupyBeloMonte

Centenas de pessoas, entre indígenas e ribeirinhos da região da Amazônia onde se faz a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, ocuparam o canteiro de obras e fecharam o trecho da Transamazônica que conduz às obras. Trata-se de forma de protesto em face da negação do governo brasileiro em ouvir os atingidos pela usina. O fato se deu no dia 27 de outubro de 2011.

Foi expedida ordem judicial para que saíssem, mas houve resistência. A desocupação se deu hoje, 28 de outubro de 2011, através de policiais federais e de soldados da Força Nacional.

Veja os vídeos a seguir, textos e fotos sobre essa ocupação: